NOTIFICAÇÃO IMPORTANTE:
DEVIDO A SÉRIOS PROBLEMAS DE SAÚDE QUE CULMINOU COM UM INFARTO, O SR. BENEDITO NÃO TEM CONDIÇÕES DE TOCAR O NEGÓCIO E ENCERROU AS ATIVIDADES.
PARA VOCÊ NÃO FICAR DESAMPARADO FOI CRIADO A UNIÃO DE VÁRIOS PROFISSIONAIS PARA DAR TODA ASSISTÊNCIA A QUEM QUER MONTAR UM SERPENTÁRIO: CURSOS, MANEJO, EXTRAÇÃO, COMPRADORES DE VENENO, ETC.
É SÓ CLICAR ABAIXO QUE JÁ VAI PARA O SITE:
ATENÇÃO: não compramos veneno, mas indicamos laboratórios
não extraímos veneno, mas indicamos profissionais que fazem.
capturar cobras ou outros é crime e dá cadeia.
o comércio ilegal de veneno é biopirataria, crime.
Conforme reportagens que podem ser lidas abaixo, em revistas e jornais idoneos como Revista Globo Rural, SEBRAE DE SC, etc, o grama do veneno de cobras brasileiras pode chegar no exterior á R$ 7.000,00 o grama, mais de dez vezes o valor do ouro!!
A criação de serpentes é uma atividade controlada pelo IBAMA, que regulamenta a criação através da instrução normativa 169.
A captura de animais é crime ambiental e dá cadeia, bem como o comércio ilegal de veneno.
Existem serpentários sofisticados e caros ao custo de R$ 500.000,00, como também existem serpentários simples ao custo de uns R$ 250,00 cada baia e que funcionam bem e dão resultado.
Recomendamos o modelo de serpentário simples e barato e iniciar com poucas baias, duas ou três.
Antes de construir ou fazer qualquer investimento é necessário obter a autorização do IBAMA.
A grande maioria dos venenos não tem valor comercial.
Vale a pena criar jararaca, coral e surucucu, outras espécies o veneno não tem comércio.
Valores médios para o produtor vender, informando que o veneno é comercializado sempre seco.
Jararaca em torno de R$ 300,00 o grama
coral R$ 7.000,00 o grama
surucucu R$ 600,00 o grama
Dispomos de uma relação de grandes laboratórios internacionais que usam esses venenos como matéria prima para:
1- fazer remédios para câncer laboratório Horvi na Alemanha,
2- remédio para menopausa Cefakliman ® também na Alemanha.
3- Snake Venom - Creme anti rugas com agentes de veneno de cobra
4- Fabricante de grandes quantidades de produtos à base de enzimas a partir de veneno de cobra, na República Tcheca.
e outros labaratórios.
REVISTA GLOBO RURAL EDIÇÃO 201
Caro como ouro? Que ouro, que nada. O veneno das cobras brasileiras pode atingir no mercado internacional um valor 22 vezes mais alto que o do ouro. Um grama da peçonha de urutu, por exemplo, chega a custar 1.200 dólares. O da cascavel, cobra mais comum e rústica sai por 350 dólares. No topo da lista das mais cobiçadas estão substâncias contidas no veneno da surucucu, que atingem impensáveis 4 mil dólares.
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CREME ANTI RUGAS
Gwyneth Paltrow confessou que usa um creme à base de veneno de cobra sintético para alisar as rugas do rosto. Chama-se Ultra Lux 9. Muitas mulheres usam este produto que promete os mesmos resultados que a o Botox.------------------------------------------------------------------------------------------
Data Inclusão: 22/08/2001
Autor: SEBRAE/SC
Veneno de cobra vale vinte vezes mais que ouro
Os venenos de cobra estão entre as commodities mais valiosas do mercado. A indústria farmacêutica chega a pagar até US$ 500 pelo grama do veneno cristalizado de jararaca, jararacuçu ou cascavel. Isso eqüivale a 22 vezes o preço do grama de ouro.
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ANESTÉSICO 600 VEZES MAIS FORTE QUE A MORFINA--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
O Instituto Butantan desenvolveu um novo analgésico a partir do veneno da cobra cascavel. O produto tem um poder de aliviar a dor 600 vezes maior que a morfina, um dos mais conhecidos medicamentos do gênero.
Obtida pelo Centro de Toxicologia Aplicada do órgão, da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, a nova substância não causa dependência física, como a morfina, já que age em receptores diferentes.
A substância, já testada e aprovada em ratos de laboratórios, deverá ser mais eficaz do que os analgésicos hoje existentes para aliviar dores crônicas provocadas por doenças como o câncer.
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http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3313841-EI298,00.html
Veneno de cobra pode ajudar no combate ao câncer
07 de novembro de 2008 • 10h39 • atualizado às 10h58
Uma substância presente no veneno de certas cobras é capaz de impedir metástases - que ocorrem quando o câncer se espalha pelo organismo. O estudo foi desenvolvido pela pesquisadora Thereza Christina Barja-Fidalgo, da Universidade Estadual do Rio Uerj. A equipe coordenada por ela comprovou que proteínas isoladas do veneno de serpentes, as desintegrinas, reduzem a capacidade de ativação e de migração das células cancerígenas pelo organismo.
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http://www.saude.df.gov.br/003/00301009.asp?ttCD_CHAVE=24904
SECRETARIA DE SAÚDE DO DISTRITO FEDERAL
Veneno de cobra contra o câncer
(11/01/2006 - 15:20)
Bem Estar&Saúde
Cientistas conseguem reduzir tumor purificando o veneno da surucucu
O veneno da cobra surucucu pode ser a mais nova esperança para o tratamento e cura do câncer. Pesquisa realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Universidade de Mogi das Cruzes (SP), revelou que um micrograma do veneno da Lachesis muta muta, nome científico da surucucu, conseguiu reduzir em 50% o tamanho do tumor em ratos.
No entanto, o veneno utilizado foi parcialmente purificado, o que aumenta as expectativas dos pesquisadores em potenciar a ação do veneno, purificando-o ainda mais. A diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Funed, Thaís Viana de Freitas, explica que o veneno da surucucu atua sobre o sistema circulatório.
Estudos da Funed identificaram que o veneno da serpente tem ação de inibir a agregação plaquetária (formação de coágulos). A ciência já descreve que produtos que têm essa natureza costumam ser antitumorais.
Com essa informação, conta Thaís Freitas, no ano passado, um grupo de pesquisadores da UFMG, coordenado pelo professor José Luiz Pesqueiro, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Ciências Biológicas, se interessou em estudar a atividade antitumoral do veneno, associado a pesquisadores da Universidade de Mogi das Cruzes, que já possui um esquema de modelo experimental para testar produtos que potencialmente podem atuar sobre ação tumoral.
Thaís explicou que a redução do tumor é devido à inibição da angiogênese, que é a formação de capilares sangüíneos (pequenos vasos da circulação do sangue). 'O tumor é formado num local e espalha-se pelo organismo por meio dos capilares. A inibição da formação do capilar e a migração do tumor impede que ele se espalhe, promovendo a regressão do câncer'.
Em 1996, os pesquisadores da Funed, Eládio Sanches, Arinos Magalhães e Michael Richardson (professor visitante com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, começaram a avaliar uma outra atividade que o veneno da surucucu poderia fornecer. Eles então iniciaram o processo de purificação do veneno.
'A manipulação é complexa. São vários passos até obter uma fração purificada, eliminando componentes que não ajudam na ação', explicou o presidente da Funed, Carlos Alberto Pereira Gomes.
testesAtualmente, os pesquisadores continuam os estudos para tentar purificar ainda mais o veneno da surucucu. Na terceira etapa, serão realizados testes em seres humanos para verificar o tipo de tumor que ele atuará melhor.
'Nosso sonho de consumo é que seja útil em todos os tipos de cânceres', afirmou Carlos Gomes, acrescentando que não há previsão para essa conclusão, mas observou que, pelas experiências até agora, o período entre o início da pesquisa até a produção pode durar de 10 a 15 anos.
Jornal de Brasília
(11/01/2006 - 15:20)
Bem Estar&Saúde
Cientistas conseguem reduzir tumor purificando o veneno da surucucu
O veneno da cobra surucucu pode ser a mais nova esperança para o tratamento e cura do câncer. Pesquisa realizada pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) e Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com a Universidade de Mogi das Cruzes (SP), revelou que um micrograma do veneno da Lachesis muta muta, nome científico da surucucu, conseguiu reduzir em 50% o tamanho do tumor em ratos.
No entanto, o veneno utilizado foi parcialmente purificado, o que aumenta as expectativas dos pesquisadores em potenciar a ação do veneno, purificando-o ainda mais. A diretora de Pesquisa e Desenvolvimento da Funed, Thaís Viana de Freitas, explica que o veneno da surucucu atua sobre o sistema circulatório.
Estudos da Funed identificaram que o veneno da serpente tem ação de inibir a agregação plaquetária (formação de coágulos). A ciência já descreve que produtos que têm essa natureza costumam ser antitumorais.
Com essa informação, conta Thaís Freitas, no ano passado, um grupo de pesquisadores da UFMG, coordenado pelo professor José Luiz Pesqueiro, do Departamento de Fisiologia do Instituto de Ciências Biológicas, se interessou em estudar a atividade antitumoral do veneno, associado a pesquisadores da Universidade de Mogi das Cruzes, que já possui um esquema de modelo experimental para testar produtos que potencialmente podem atuar sobre ação tumoral.
Thaís explicou que a redução do tumor é devido à inibição da angiogênese, que é a formação de capilares sangüíneos (pequenos vasos da circulação do sangue). 'O tumor é formado num local e espalha-se pelo organismo por meio dos capilares. A inibição da formação do capilar e a migração do tumor impede que ele se espalhe, promovendo a regressão do câncer'.
Em 1996, os pesquisadores da Funed, Eládio Sanches, Arinos Magalhães e Michael Richardson (professor visitante com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, começaram a avaliar uma outra atividade que o veneno da surucucu poderia fornecer. Eles então iniciaram o processo de purificação do veneno.
'A manipulação é complexa. São vários passos até obter uma fração purificada, eliminando componentes que não ajudam na ação', explicou o presidente da Funed, Carlos Alberto Pereira Gomes.
testesAtualmente, os pesquisadores continuam os estudos para tentar purificar ainda mais o veneno da surucucu. Na terceira etapa, serão realizados testes em seres humanos para verificar o tipo de tumor que ele atuará melhor.
'Nosso sonho de consumo é que seja útil em todos os tipos de cânceres', afirmou Carlos Gomes, acrescentando que não há previsão para essa conclusão, mas observou que, pelas experiências até agora, o período entre o início da pesquisa até a produção pode durar de 10 a 15 anos.
Jornal de Brasília